Ontem, num dos vários eventos que tive este fim-de-semana, tive o privilégio de viver e partilhar o verdadeiro espírito de Natal.
Tive o habitual almoço de Natal da empresa que este ano não teve nada de habitual. Nada de actividades como o golf ou a equitação. Nada de caterings elaborados ou presentes caríssimos. Com o intuito de aproximar toda a gente, numa altura em que a crise anda na boca de todos, fomos para a Quinta de Pancas que agora pertence a uma ex-colega nossa, a querida Maria. Um palácio lindo do séc. XVI onde cada canto da casa, cada parede e cada janela estão cheios de histórias e História para contar. A Maria comprou a quinta com o objectivo de a restaurar e ainda não o fez. Estávamos portanto numa casa quase sem luz, quase sem água e com algumas divisões onde não podíamos entrar porque corríamos o risco de vir parar ao andar de baixo devido ao estado do soalho. Um ambiente mesmo romântico!
Fomos divididos em equipas. Cada equipa tinha um objectivo. Uma estava responsável pela montagem das mesas e decoração do espaço, outra estava responsável pela animação, uma equipa para tratar das bebidas e entradas, uma ainda para fazer o almoço e finalmente uma equipa para preparar as sobremesas. Os senhores Directores escolheram previamente o chefe de cada equipa e as restantes pessoas foram escolhidas através de um sorteio. Ou seja, desde a administração, aos departamentos do escritório até aos rapazes da produção, todos ficámos misturados nas equipas. Ao contrário dos outros anos, não nos organizámos com os "amiguinhos" do dia-a-dia, mas sim todos juntos por equipas para darmos o melhor de cada um na preparação da festa.
Foi fantástico o convívio entre as pessoas, a capacidade de improvisação e organização de todos. Melhor ainda foi ver que, quando uma equipa acabava o seu trabalho, espontâneamente ia ajudar a equipa do lado.
Almoçámos numa sala linda com uma lareira enorme, com pinheirinhos de Natal espalhados por todo o lado e bolas de chocolate penduradas. Comemos, bebemos, rimos e falámos, fizemos uma caça ao tesouro, jogámos à mímica e no fim voltámos para casa com o coração cheio de Natal.
Ah! Eu fui chefe da equipa dos Chouriços, responsável pela confecção do almoço e fizemos uma feijoada mesmo mesmo boa que ganhou o prémio das equipas! hihihihihi
domingo, 14 de dezembro de 2008
Das Fraldas para o Parlamento Europeu
Que fim de semana atribulado!
Tudo começou na sexta feira. O Luís e eu tínhamos uma festa de anos à noite e levantei-me a pensar que ia passar o dia nas compras, no cabeleireiro e claro, a tratar da minha querida filha. Por volta das 11h recebo um telefonema da Ritinha a pedir ajuda para uma reunião que ia ter à tarde. O objectivo da reunião era apresentar um projecto do programa das Novas Oportunidades do governo ao Alto Comissariado da União Europeia que cá vinha avaliar o projecto para atribuir fundos do Parlamento Europeu. Pois o senhor importante não pescava muito de Inglês e ninguém falava Francês. Quando percebi o que a Rita me estava a pedir, fiquei logo nervisíssima! Uma coisa é ir a Paris ou Bruxelas passar o fim-de-semana, conversar com os amigos sobre o que temos feito, ou mesmo vender lonas e cartazes para França. Outra coisa é servir de tradutora numa apresentação de um programa do governo ao Sr. Comissário do Parlamento Europeu!!! HELP!!!!!!
Larguei os meus planos de shopping e cabeleireiro, deixei as fraldas e os biberons com a minha mãe (assim como a Luísa também) e lá fui eu vestir uma roupinha apresentável para debitar uns "Soutien, croissant, baguette" perante uma plateia de Secretários de Estado portugueses e Deputados do Parlamento Europeu.
Voei para Lisboa para ter um briefing com a Dra Chinesa e lá chegou a comitiva toda por volta das 15h. Ao início os nervos foram muitos e o senhor não mostrou grande simpatia. Mas as coisas foram avançando, o dito Comissário até se revelou mais acessível e acabou por correr tudo lindamente.
Esperemos que os euros cheguem a bom porto!
Amiga, vamos mesmo ter algumas histórias para contar! :)
Tudo começou na sexta feira. O Luís e eu tínhamos uma festa de anos à noite e levantei-me a pensar que ia passar o dia nas compras, no cabeleireiro e claro, a tratar da minha querida filha. Por volta das 11h recebo um telefonema da Ritinha a pedir ajuda para uma reunião que ia ter à tarde. O objectivo da reunião era apresentar um projecto do programa das Novas Oportunidades do governo ao Alto Comissariado da União Europeia que cá vinha avaliar o projecto para atribuir fundos do Parlamento Europeu. Pois o senhor importante não pescava muito de Inglês e ninguém falava Francês. Quando percebi o que a Rita me estava a pedir, fiquei logo nervisíssima! Uma coisa é ir a Paris ou Bruxelas passar o fim-de-semana, conversar com os amigos sobre o que temos feito, ou mesmo vender lonas e cartazes para França. Outra coisa é servir de tradutora numa apresentação de um programa do governo ao Sr. Comissário do Parlamento Europeu!!! HELP!!!!!!
Larguei os meus planos de shopping e cabeleireiro, deixei as fraldas e os biberons com a minha mãe (assim como a Luísa também) e lá fui eu vestir uma roupinha apresentável para debitar uns "Soutien, croissant, baguette" perante uma plateia de Secretários de Estado portugueses e Deputados do Parlamento Europeu.
Voei para Lisboa para ter um briefing com a Dra Chinesa e lá chegou a comitiva toda por volta das 15h. Ao início os nervos foram muitos e o senhor não mostrou grande simpatia. Mas as coisas foram avançando, o dito Comissário até se revelou mais acessível e acabou por correr tudo lindamente.
Esperemos que os euros cheguem a bom porto!
Amiga, vamos mesmo ter algumas histórias para contar! :)
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Coisas de Mãe
É incrível, a quantidade de coisas que mudam depois de uma mulher ser mãe. A todos os níveis. Práticos, sentimentais, físicos... Sinto-me uma pessoa diferente. Não sei explicar como. Sinto-me, por um lado mais calma, por outro com mais vontade de viver. Agora não há pressas. Tudo gira à volta da Luísa e em função dela e das suas rotinas. As prioridades mudaram. Primeira ela e o seu bem-estar, depois nós.
A nível prático também muda tudo! Sair de casa já não é pegar na carteira e ir embora. Temos de arranjar o saco da Luísa com fraldas, doses de leite em pó, o biberon com água quentinha, agasalhos e a bebé dentro da cadeira. Para entrar no carro é mais uma aventura. Arrumar tudo, prender a cadeira. Sair do carro é ainda pior. Monta carrinho, veste o casaco, tira do carro põe no carrinho, põe saco. E lá vamos nós! No supermercado é uma chatice. Carrinho numa mão, cesto na outra. Felizmente agora há os cestos com rodinhas, já não temos de os levar no braço. Não podemos trazer muita coisa porque não é possível trazer carrinho do bebé e compras ao mesmo tempo.
E o sono? Acabou! Nunca mais se dorme como deve ser. Já para não falar que se dorme menos, apesar de eu não ter razão de queixa porque a Luísa já dorme a noite toda. Estou a noite toda em alerta, atenta a todos os barulhos. Atenta à respiração dela e sempre com medo que ela se engasgue sem eu dar conta. Durmo sempre virada para o berço e com as orelhas em pé.
Fisicamente, nem se fala... Onde foi parar a cintura? Quem é que disse que o peito ficava mais pequeno? Já para não falar nos quilinhos a mais, mas isso não é nada que não se resolva a seu tempo.
Claro que não é só complicações. Também tem as suas coisas boas, aliás, só tem coisas boas. Não há melhor do que:
- Olhar para ela quando dorme
- Tirá-la da cama quentinha e estremunhada
- Enrolar-me com ela na cama por baixo do edredon fofo de manhã
- Ver a forma como ela olha para mim. Com o olhar cheio de amor e orgulho como se eu fosse a pessoa mais importante do mundo
- Ouvir os Agruuns tão queridos como se estivesse a dizer-me ADORO-TE!
- Olhá-la nos olhos enquanto lhe dou o biberão
- Dar-lhe um abraço grande quando ela chora
- Enchê-la de beijos
- Sentir o cheiro dela
- o sorriso dela
- Brincar com ela no banho
- Cantar para ela
- Olhar para ela
- Passear com ela
- Ouvir os comentários das pessoas e ficar inchada de orgulho
Podia ficar aqui para sempre a dizer tudo o que é bom e tudo o que vale a pena quando se é mãe. Que apesar de toda a preocupação, de todas as mudanças e até dos quilos a mais, não trocava isto por nada neste mundo!
A nível prático também muda tudo! Sair de casa já não é pegar na carteira e ir embora. Temos de arranjar o saco da Luísa com fraldas, doses de leite em pó, o biberon com água quentinha, agasalhos e a bebé dentro da cadeira. Para entrar no carro é mais uma aventura. Arrumar tudo, prender a cadeira. Sair do carro é ainda pior. Monta carrinho, veste o casaco, tira do carro põe no carrinho, põe saco. E lá vamos nós! No supermercado é uma chatice. Carrinho numa mão, cesto na outra. Felizmente agora há os cestos com rodinhas, já não temos de os levar no braço. Não podemos trazer muita coisa porque não é possível trazer carrinho do bebé e compras ao mesmo tempo.
E o sono? Acabou! Nunca mais se dorme como deve ser. Já para não falar que se dorme menos, apesar de eu não ter razão de queixa porque a Luísa já dorme a noite toda. Estou a noite toda em alerta, atenta a todos os barulhos. Atenta à respiração dela e sempre com medo que ela se engasgue sem eu dar conta. Durmo sempre virada para o berço e com as orelhas em pé.
Fisicamente, nem se fala... Onde foi parar a cintura? Quem é que disse que o peito ficava mais pequeno? Já para não falar nos quilinhos a mais, mas isso não é nada que não se resolva a seu tempo.
Claro que não é só complicações. Também tem as suas coisas boas, aliás, só tem coisas boas. Não há melhor do que:
- Olhar para ela quando dorme
- Tirá-la da cama quentinha e estremunhada
- Enrolar-me com ela na cama por baixo do edredon fofo de manhã
- Ver a forma como ela olha para mim. Com o olhar cheio de amor e orgulho como se eu fosse a pessoa mais importante do mundo
- Ouvir os Agruuns tão queridos como se estivesse a dizer-me ADORO-TE!
- Olhá-la nos olhos enquanto lhe dou o biberão
- Dar-lhe um abraço grande quando ela chora
- Enchê-la de beijos
- Sentir o cheiro dela
- o sorriso dela
- Brincar com ela no banho
- Cantar para ela
- Olhar para ela
- Passear com ela
- Ouvir os comentários das pessoas e ficar inchada de orgulho
Podia ficar aqui para sempre a dizer tudo o que é bom e tudo o que vale a pena quando se é mãe. Que apesar de toda a preocupação, de todas as mudanças e até dos quilos a mais, não trocava isto por nada neste mundo!
Baixa de Maternidade
As dúvidas são muitas. Ainda vou tentar ficar mais um mês em casa. Se a Segurança Social me disser que dá. Aqui fica a notícia passada no canal 1.
Amigos II
A propósito do texto anterior, encontrei este que diz tudo:
"Um dia a maioria de nós irá se separar.Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, asdescobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dostantos risos e momentos que compartilhamos.Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia,das vésperas de finais de semana, de finais de ano,enfim . . . do companheirismo vivido.Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.Hoje não tenho mais tanta certeza disso.Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino,ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvezcontinuemos a nos encontrar quem sabe . . . nos e-mailstrocados. Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens . . .Aí os dias vão passar, meses . . . anos . . . até estecontato tornar-se cada vez mais raro.Vamos nos perder no tempo . . . Um dia nossos filhosverão aquelas fotografias e perguntarão? Quem são aquelaspessoas?Diremos . . . Que eram nossos amigos. E . . . isso vai doer tanto!Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhoresanos de minha vida!A saudade vai apertar bem dentro do peito.Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozesnovamente . . .Quando o nosso grupo estiver incompleto . . . nosreuniremos para um ultimo adeus de um amigo.E entre lágrima nos abraçaremos.Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daqueledia em diante. Por fim, cada um vai para o seu ladopara continuar a viver a sua vidinha isolada do passado.E nos perderemos no tempo . . .Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo : nãodeixes que a vida passe em branco, e que pequenasadversidades seja a causa de grandes tempestades . . .Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessemmorrido todos os meus amores, mas enlouqueceria semorressem todos os meus amigos!”
Autor Desconhecido
"Um dia a maioria de nós irá se separar.Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, asdescobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dostantos risos e momentos que compartilhamos.Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia,das vésperas de finais de semana, de finais de ano,enfim . . . do companheirismo vivido.Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.Hoje não tenho mais tanta certeza disso.Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino,ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvezcontinuemos a nos encontrar quem sabe . . . nos e-mailstrocados. Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens . . .Aí os dias vão passar, meses . . . anos . . . até estecontato tornar-se cada vez mais raro.Vamos nos perder no tempo . . . Um dia nossos filhosverão aquelas fotografias e perguntarão? Quem são aquelaspessoas?Diremos . . . Que eram nossos amigos. E . . . isso vai doer tanto!Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhoresanos de minha vida!A saudade vai apertar bem dentro do peito.Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozesnovamente . . .Quando o nosso grupo estiver incompleto . . . nosreuniremos para um ultimo adeus de um amigo.E entre lágrima nos abraçaremos.Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daqueledia em diante. Por fim, cada um vai para o seu ladopara continuar a viver a sua vidinha isolada do passado.E nos perderemos no tempo . . .Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo : nãodeixes que a vida passe em branco, e que pequenasadversidades seja a causa de grandes tempestades . . .Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessemmorrido todos os meus amores, mas enlouqueceria semorressem todos os meus amigos!”
Autor Desconhecido
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Amigos

Ultimamente tenho pensado muito na minha vida e nas amizades. A amizade é uma coisa tão especial, tão forte e tão importante na minha vida.
Uma das coisas que tenho pena na vida é de não ter amigos de infância. Daqueles com quem podemos passar uma tarde inteira a rir dos disparates que fizémos quando tínhamos 5 ou 7 ou 10 anos. Isso, infelizmente, não pode acontecer porque os amigos deste tempo (que parece que foi ontem) ficaram guardados nesse mesmo tempo. Lá longe. Longe no tempo e longe no espaço. Mudar de cidade com 12 anos não é fácil. É começar tudo de novo.
Depois na adolescência vivemos paixões. Com rapazes e com raparigas. Paixão de namorados e paixão de amigas. Daquelas paixões em que deixamos a amiga na escola e colamo-nos ao telefone durante 4 horas mal chegamos a casa. Ainda guardo uma amiga desse tempo. Apesar de termos seguido caminhos completamente diferentes, temos a felicidade de ainda nos falarmos com alguma frequência. À medida que vamos crescendo, as amizades vão ganhando nova importância. Não menos, nem mais, apenas diferente. Acho que ficamos mais exigentes. A idade também nos dá uma visão diferente da vida e daquilo que esperamos das pessoas. Na minha vida sempre dei tudo pelos amigos. Hoje olho para trás e vejo que dei demais por algumas pessoas. Mas continuo a dar tudo o que posso pelas pessoas que acho que realmente merecem. Não me arrependo de nada, só tenho pena de ainda hoje continuar a esperar das pessoas que eu já sei que não dão nada. Felizmente já tive grandes demonstrações de amizade. E hoje, adulta, julgo que são amizades que vão durar para sempre. Porque é amizade sincera e generosa. Só espero que essas pessoas não façam o mesmo que outras fizeram.
Uma das coisas que tenho pena na vida é de não ter amigos de infância. Daqueles com quem podemos passar uma tarde inteira a rir dos disparates que fizémos quando tínhamos 5 ou 7 ou 10 anos. Isso, infelizmente, não pode acontecer porque os amigos deste tempo (que parece que foi ontem) ficaram guardados nesse mesmo tempo. Lá longe. Longe no tempo e longe no espaço. Mudar de cidade com 12 anos não é fácil. É começar tudo de novo.
Depois na adolescência vivemos paixões. Com rapazes e com raparigas. Paixão de namorados e paixão de amigas. Daquelas paixões em que deixamos a amiga na escola e colamo-nos ao telefone durante 4 horas mal chegamos a casa. Ainda guardo uma amiga desse tempo. Apesar de termos seguido caminhos completamente diferentes, temos a felicidade de ainda nos falarmos com alguma frequência. À medida que vamos crescendo, as amizades vão ganhando nova importância. Não menos, nem mais, apenas diferente. Acho que ficamos mais exigentes. A idade também nos dá uma visão diferente da vida e daquilo que esperamos das pessoas. Na minha vida sempre dei tudo pelos amigos. Hoje olho para trás e vejo que dei demais por algumas pessoas. Mas continuo a dar tudo o que posso pelas pessoas que acho que realmente merecem. Não me arrependo de nada, só tenho pena de ainda hoje continuar a esperar das pessoas que eu já sei que não dão nada. Felizmente já tive grandes demonstrações de amizade. E hoje, adulta, julgo que são amizades que vão durar para sempre. Porque é amizade sincera e generosa. Só espero que essas pessoas não façam o mesmo que outras fizeram.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
E tudo a água levou...
Já não punha as mãos num computador há dois ou três dias. Isto porque apanhei a maior contipação dos últimos anos! Íamos para fora e já não fomos. Felizmente tenho o marido em casa que me tem ajudado e muito!
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